Cidade Nova e Rocio Pequeno
A área começa a se integrar à cidade com a expansão da Cidade Nova e passa a ser reconhecida como Largo do Rocio Pequeno.
A Praça Onze é mais que um endereço no Centro do Rio. Ela foi um território de encontro entre famílias negras, baianas, judeus, portugueses, italianos, espanhóis e ciganos, um núcleo da Pequena África e um dos lugares onde o samba urbano carioca ganhou corpo.
A região nasceu ligada à Cidade Nova, em uma área que era pantanosa e passou a ganhar forma urbana depois da chegada da família real portuguesa ao Rio.
Nas primeiras décadas do século XIX, o lugar era chamado de Largo do Rocio Pequeno. Com o crescimento da Cidade Nova, tornou-se uma praça de comércio e convivência. Depois recebeu o nome de Praça 11 de Junho, em referência à Batalha Naval do Riachuelo.
Com o tempo, “Praça Onze” deixou de ser apenas o nome de um logradouro. Virou uma forma de identificar todo um pedaço da cidade, com ruas, moradias, lojas, terreiros, sinagogas, casas de cômodos, ranchos carnavalescos e rodas de música.
Era um bairro vivo, popular e cosmopolita. Por isso, quando se fala em Praça Onze, fala-se tanto de uma praça que desapareceu fisicamente quanto de uma memória urbana que continuou marcando o Rio.
Alguns marcos ajudam a entender por que a região é tão simbólica para o Rio de Janeiro.
A área começa a se integrar à cidade com a expansão da Cidade Nova e passa a ser reconhecida como Largo do Rocio Pequeno.
A data de 11 de junho, associada à vitória naval brasileira na Guerra do Paraguai, dá origem ao nome oficial Praça 11 de Junho.
Comunidades negras, especialmente de origem baiana, fortalecem redes culturais, religiosas e musicais no eixo que ia da região portuária à Praça Onze.
Hilária Batista de Almeida, Tia Ciata, vive na região e sua casa se torna ponto de encontro decisivo para festas, religiosidade e samba.
A Deixa Falar é fundada em 1928, e o primeiro desfile competitivo das escolas de samba acontece na Praça Onze em 1932.
A abertura da avenida leva à demolição da antiga praça e de parte de seu entorno, apagando fisicamente um dos territórios mais simbólicos da cidade.
Com o Sambódromo e o Terreirão do Samba nas proximidades, a região mantém viva a conexão com carnaval e cultura popular.
O vídeo reúne uma leitura visual importante sobre a antiga Praça Onze e ajuda a entender por que a abertura da Avenida Presidente Vargas foi uma ruptura tão forte para a memória urbana carioca.
A história da Praça Onze ajuda a entender por que esse endereço tem tanta força. É nesse contexto que surge o Saudosa Praça Onze, lançamento Cury no Centro do Rio para quem busca morar ou investir perto do Sambódromo, do metrô Praça Onze e do eixo da Avenida Presidente Vargas.
A Cury já vem trabalhando, no Porto Maravilha, empreendimentos que conversam com a memória cultural carioca, como Tia Ciata, Pixinguinha e Heitor dos Prazeres. Esses nomes ajudam a contar a força musical e popular do eixo Centro-Porto.
Na Praça Onze, o destaque é o Saudosa Praça Onze. O nome conversa diretamente com a lembrança do bairro antigo, do samba e da praça que desapareceu fisicamente, mas permaneceu no imaginário do Rio.
A proposta desta página é conectar as duas coisas: primeiro, o peso histórico do território; depois, o lançamento que marca um novo momento residencial para a região.
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O nome vem de Praça 11 de Junho, referência à data da Batalha do Riachuelo, travada em 1865 durante a Guerra do Paraguai. Antes, a região era conhecida como Largo do Rocio Pequeno.
A Praça Onze é uma região histórica do Centro do Rio, no limite com a Cidade Nova. O nome veio de uma antiga praça, mas passou a identificar um entorno urbano marcado por samba, carnaval, comércio, moradia e Pequena África.
A Praça Onze foi um dos núcleos de formação do samba urbano carioca. A região reunia músicos, ranchos, casas de convivência, tias baianas e lideranças culturais como Tia Ciata.
A antiga Praça Onze foi profundamente afetada pelas reformas urbanas das décadas de 1930 e 1940, principalmente pela abertura da Avenida Presidente Vargas, que demoliu parte importante do antigo tecido urbano.
O Saudosa Praça Onze é divulgado na Rua Benedito Hipólito, 160, no Centro do Rio de Janeiro, perto do Sambódromo, da estação de metrô Praça Onze e do eixo da Avenida Presidente Vargas. Veja a página do empreendimento.
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Sim. A região da Praça Onze está diretamente associada à Marquês de Sapucaí e ao Sambódromo, uma das referências mais conhecidas do carnaval carioca.
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